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Hepatite C

fleury.com.br (texto modificado)

Este material tem caráter meramente informativo. Não deve ser utilizado para realizar autodiagnóstico ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte seu médico.


A infecção crônica pelo vírus da Hepatite C (VHC) é um importante problema de saúde pública, com prevalência mundial estimada em 2,2%, ou cerca de 170 milhões de infectados, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). A doença é responsável por 70% das hepatites crônicas, 40% dos casos de cirrose hepática em fase terminal e 60% dos casos de câncer de fígado.
Os estudos nacionais que avaliaram a exposição da população ao VHC demonstraram que 1,38% dos brasileiros já tiveram contato prévio com esse vírus. A transmissão ocorre por exposição de qualquer natureza a sangue contaminado, ou de mãe para o filho, durante a gestação e o parto.

É importante ressaltar que os exames para diagnóstico da infecção estão disponíveis há menos de 20 anos, logo, todos os indivíduos que receberam transfusão sanguínea, fizeram hemodiálise ou outros procedimentos hospitalares invasivos antes de 1993 estão sob-risco de apresentar a doença.
Procedimentos odontológicos e tatuagens sem o devido cuidado de esterilização de instrumental, e o compartilhamento de agulhas e seringas, materiais de manicure e outros objetos cortantes são também fatores de risco, independentemente da época da exposição.

Estima-se que, no Brasil, 1,5 milhão de pessoas sejam portadoras crônicas do VHC. Entretanto, apenas 12 mil estão em seguimento ou tratamento. Esse dado chama atenção para o grande contingente de portadores que não têm acesso ao diagnóstico.

O IPC - Laboratório Médico oferece testes indispensáveis para o diagnóstico de hepatite C, que permitem a confirmação da infecção crônica, a identificação do genótipo viral e monitoramento da resposta ao tratamento.